16 de Junho de 2019

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Quarta-feira, 12 de Junho de 2019, 16h:45 - A | A

ADOÇÃO INFORMAL

Dois anos após doar o filho, mulher se arrepende e pede criança de volta

Ela afirma que deu o bebê motivada por um quadro de depressão

O Livre

Reprodução

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Uma jovem, cuja idade não foi revelada, procurou a Polícia Civil nessa terça-feira (11) pedindo ajuda para ter de volta seu filho, entregue à adoção. Segundo a mulher, ela teria dado o menino a um casal de amigos assim que o bebê nasceu, porém, se arrependeu.

O caso aconteceu em Nova Mutum (240 km de Cuiabá) e a adoção do menino foi realizada de maneira informal, sem intermédio da Justiça.

Segundo a mãe biológica, há dois anos, ela deu à luz a um menino. À época, passava por problemas psicológicos, agravados pela falta de apoio do pai da criança, que teria, inclusive, pedido que ela realizasse um aborto.

A situação teria levado a mulher a dar a criança para um casal de amigos. Hoje, segundo informações dela mesma, eles moram em Lucas do Rio Verde (330 km de Cuiabá).

O menino foi registrado como filho legítimo do casal, sem passar pelo processo de adoção. Ao longo dos últimos dois anos, a mãe biológica manteve contato com os pais adotivos, mas nunca com a criança, que conhece somente por fotos.

Quando procurou a polícia, a mulher se disse recuperada da depressão, arrependida e decidida a reaver a guarda do filho. Ela contou que chegou a entrar em contato com o casal e pedir novamente a criança, mas teria sido ameaçada pela mãe adotiva.

A decisão de acionar a Polícia e registrar um boletim de ocorrência seria o primeiro passo para dar início a um processo judicial.

O caso foi registrado como ocorrências atípicas, de natureza diversa e será investigado pela Polícia Judiciária Civil. O processo da guarda, por envolver um bebê, deve correr em segredo de Justiça.

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